A Volkswagen registou uma queda acentuada nos lucros trimestrais e admite que medidas atuais são insuficientes, apontando para cortes mais profundos e mudanças estruturais. A pressão vem de tarifas, concorrência chinesa e vendas fracas na China. O grupo prevê crescimento limitado e reforça eficiência para garantir sustentabilidade futura.
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