A UE enfrenta crescente dependência da China em áreas como energia solar, matérias-primas, robótica, químicos, têxteis e madeira. Em 2025, as importações chinesas atingiram 559,4 mil milhões de euros, com défice comercial de 359,8 mil milhões. Bruxelas teme que preços baixos e excesso de produção chinesa fragilizem ainda mais a indústria europeia.
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