A França registou uma saída líquida de 800 milionários em 2025, num universo de 2,4 milhões, levando cerca de 4 mil milhões de euros em ativos. A instabilidade política e o debate sobre novos impostos às grandes fortunas alimentam a tendência, enquanto destinos como Emirados Árabes Unidos, Itália, Suíça, Mónaco e Portugal continuam a atrair investidores.
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