As obrigações são instrumentos financeiros usados por governos, empresas e outras entidades para obter financiamento. Quando investes numa obrigação, estás essencialmente a emprestar dinheiro ao emissor em troca de juros periódicos e da devolução do capital no final do prazo.
💡 Como funcionam as obrigações
Uma obrigação tem três elementos principais:
- Valor nominal: montante emprestado
- Taxa de juro (cupão): rendimento pago ao investidor
- Maturidade: data em que o capital é devolvido
Durante a vida da obrigação, o investidor recebe juros regulares e, no vencimento, recebe o valor investido.
🏦 Tipos de obrigações
- Obrigações do Estado – emitidas por governos, tendem a ser mais seguras
- Obrigações corporativas – emitidas por empresas, oferecem maior retorno potencial, mas mais risco
- Obrigações indexadas à inflação – protegem o poder de compra
- Obrigações de taxa variável – juros ajustam-se ao mercado
⚠️ Riscos a considerar
Apesar de serem vistas como investimentos mais conservadores, as obrigações têm riscos:
- Risco de crédito: o emissor pode não pagar
- Risco de taxa de juro: subida das taxas pode desvalorizar a obrigação
- Risco de inflação: pode reduzir o retorno real
🎯 Porque incluir obrigações na carteira
As obrigações ajudam a:
- Reduzir a volatilidade da carteira
- Gerar rendimento previsível
- Diversificar investimentos
- Proteger capital em períodos de incerteza
São frequentemente usadas como contrapeso a ações e ativos mais voláteis.
✅ Conclusão
As obrigações são uma peça importante numa estratégia de investimento equilibrada. Combinadas com outros ativos, podem contribuir para maior estabilidade e previsibilidade ao longo do tempo.
No Saber Investir, vais encontrar guias e análises para compreender melhor como usar obrigações de forma inteligente na tua carteira.





