Bancos de investimento iniciaram cobertura positiva de empresas chinesas de inteligência artificial recém-listadas, refletindo o otimismo com o setor. JPMorgan recomendou compra de desenvolvedoras de modelos de IA, enquanto o Goldman Sachs destacou fabricantes locais de chips como beneficiárias do avanço da computação em nuvem e de incentivos estatais.
As estreias em Hong Kong ocorreram em meio à forte procura por ativos ligados à IA, apesar da volatilidade global em tecnologia. Analistas apontam crescimento acelerado de receitas, expansão internacional e potencial de liderança regional, sustentando altas expressivas das ações após os IPOs.
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