O Banco do Japão aumentou a taxa diretora de 0,75% para 1%, o nível mais elevado desde 1995, para travar pressões inflacionistas impulsionadas pela subida dos preços da energia. Apesar da inflação geral ter sido de 1,4% em abril, abaixo da meta de 2%, os preços no produtor avançaram mais de 6% em maio. A medida também procura apoiar o iene, mantendo, ainda assim, juros inferiores aos de outras grandes economias.
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